sábado, 22 de junho de 2013

VAMOS NOS SITUAR MAIS CLARAMENTE


O BRASIL ESTÁ MUDANDO, NÓS TEMOS QUE ENCARAR DE FRENTE A SITUAÇÃO. FELIZMENTE ESSA JUVENTUDE QUE VEIO PARA MUDAR ISTO TUDO.
CONFESSO QUE VIA COM DESCONFIANÇA O APARECIMENTO DESTA GERAÇÃO.
MAS ESTAVA ERRADO.
AGORA QUERO AFIRMAR, COM  A  CONVICÇÃO DE UM HOMEM QUE JÁ PASSOU  DOS  SETENTA.

JAMAIS ME CANDIDATEI A CARGO POLÍTICO ALGUM,. EMBORA CONVITES HOUVERAM E FORAM  MUITOS, MAS SEMPRE OS RECUSEI. MEDO? TALVEZ?
MAS AFIRMO QUE ERA MEDO DE NÃO PODER CUMPRIR COM A MINHA PALAVRA, COM MINHAS PROMESSAS, COM MEUS COMPROMISSOS.

SEMPRE CRITIQUEI:
A VIOLÊNCIA;
A CORRUPÇÃO
E A IMPUNIDADE
DIANTE DOS FATOS SOU CONTRA:
O ABUSO DOS APROVEITADORES, QUE SAQUEIAM BANCOS E LOJAS COMERCIAIS.
E NÃO QUERO VER TODO ESTE MOVIMENTO TRANSFORMADO NUMA SIMPLES BADERNA E ASSIM CONSIDERADA PELAS "AUTORIDADES" E PELA MÍDIA
FACILMENTE COMPRADA E CONTROLADA POR RECEBER FAVORES DO GOVERNO.

O GOVERNO TEM QUE SER CHAMADO ÀS FALAS.
FORA COM DILMA, QUE NÃO DEVERIA NEM TER COMEÇADO, EM FUNÇÃO DE SEU PASSADO, QUE JÁ NÃO RECOMENDAVA, JUSTIFICARIA UMA NÃO ELEIÇÃO.
MAS AS URNAS ELETRÔNICAS, A COMPRA DE VOTOS, A TROCA DE FAVORES ATRAVÉS DO BOLSA FAMÍLIA. É ASSIM QUE O GOVERNO TÊM SE MANTIDO ATÉ AGORA.

PARA QUEM NÃO ENTENDEU AINDA. VOU EXPLICAR OS VINTE CENTAVOS, UM POR UM::
00,01 - A CORRUPÇÃO
00,01 - A IMPUNIDADE
00,01 - A VIOLÊNCIA URBANA
00,01 - A AMEAÇA DA VOLTA DA INFLAÇÃO
00,01 - O BAIXO SALÁRIOS DOS PROFESSORES E MÉDICOS
00,01 - O ALTO SALÁRIO DOS POLÍTICOS
00,01 - OS MENSALEIROS JÁ JULGADOS E CONDENADOS E AINDA IMPUNES
00,01 - O ALTO CUSTO DOS IMPOSTOS
00 01 - A CARA DE PAU DOS POLÍTICOS
00,01 - AS NOSSAS ESCOLAS E A FALTA DA EDUCAÇÃO
00,01 - AS URNAS ELETRÔNICAS
00.01 - OS NOSSOS HOSPITAIS
00,01 - PARTIDOS POLÍTICOS QUE MAIS SE ASSEMELHAM A QUADRILHAS
00.01 - O PREÇO DAS ENTRADAS NOS ESTÁDIOS
00,01 - A MÍDIA TENDENCIOSA
00,01 - A TROCA DE VOTOS POR VANTAGENS
00,01 - O BAIXO SALÁRIO DA POLÍCIA
00,01 - A FALTA DE UMA OPOSIÇÃO
00,01 - O PEDÁGIO PAGO NAS RODOVIAS

00,01 -  O MAU ESTADO NAS RODOVIAS
00,20 – TOTAL           SITUAÇÃO DO BRASIL

SE PRECISAREM TEMOS OUTROS VINTE CENTAVOS AQUI, É SÓ PEDIR

terça-feira, 18 de junho de 2013

Novos protestos em várias cidades. No Rio, um carro é incendiado em frente à Assembleia.

Grupo tenta entrar na Assembleia Legislativa do Rio Foto: CHRISTOPHE SIMON / AFP
Deu no jornal O Dia
Protestos ganham adesões e acontecem em pelo menos oito capitais, a maior parte sem violência ou grandes incidentes. No Rio, a Cinelândia e a Avenida Rio Branco foram tomadas por 100 mil pessoas. Em São Paulo, ato reuniu pelo menos 65 mil.
Neste momento, um grupo de manifestantes conseguiu ocupar as escadarias da Assembleia Legislativa (Alerj). Um grupo de PMs ficou acuado no local com escudos. PMs faziam disparos para o alto na tentativa de dispersão, mas a multidão se recusava a sair.
Um carro chegou a ser virado e incendiado. A confusão começou porque um manifestante tentou abrir um carro da polícia e acabou sendo preso por PMs do serviço reservado (P2). Alguns dos manifestantes chegaram a jogar pedras na janela da Alerj.
Ainda não há informações sobre o número de feridos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

DONA DILMA: IMPRUDENTE E IMPREVIDENTE

Não devia nem podia ir à inauguração oficial da Copa e do Mané Garrincha. Pelo menos precisava ter se informado do comportamento das multidões. Principalmente agora, que o povo está nas ruas. E sua popularidade em baixa, ninguém sabe até onde.
Foi vaiada várias vezes e sempre demoradamente. Constrangidíssima, teve que ser “socorrida” pelo presidente da Fifa, a quem detesta.
Quando Castelo Branco (já ex-“presidente”) morreu num desastre de avião, trouxeram o corpo para o Rio, foi velado no Clube Militar. Na mesma hora, no Maracanã, jogavam América e Botafogo. Pediram um minuto de silêncio, vaia ampla, geral e irrestrita. Nelson Rodrigues, ao meu lado, quase gritou: “O Maracanã é implacável, vaia até minuto de silêncio”. 48 horas depois, no seu programa da TV Rio, repetia a frase.

domingo, 2 de junho de 2013

Quem não tinha comido mel, quando comeu se lambuzou.



Wanderley Farias

Esta é a história de PT, especialmente do Lula.
Dizem que o Lula só deixou de ser candidato às eleições de 2014, após a descoberta de um câncer na garganta. Até então tinha como certo o seu próprio retorno ao poder, com a completa aquiescência da presidente Dilma. Diante da incerteza optou pela reeleição da mesma, na falta de outro líder, dentro do quadros do PT, que fosse confiável, para a manutenção dos planos traçados por José Dirceu. A completa manutenção dos líderes do PT, na direção do país.
Até agora o ex-presidente se mantém fiel ao compromisso com a Dilma, mas convenhamos, quem comeu melado da forma, como ele comeu, é difícil se manter longe do pote, ou do poder.
Mas o agravamento da crise econômica e a queda de popularidade do PT e seus asseclas tudo pode acontecer. A queda de popularidade da Dilma, só não vê quem não quer ou então se for muito cego.
Somente com um aparecimento de um líder meteórico pode mudar a situação. Pois as alianças feitas em passado recente, hoje estão reduzidas a frangalhos. Quem viver verá.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Farsa do voto eletrônico


Marcelo Nogueira

Quando se diz que o Brasil é uma democracia, é bom lembrar que, para começo de conversa, no Brasil, desde 1996, não há votação válida, conforme demonstrou o Prof. Diego Aranha, da UnB (Universidade de Brasília) em seu relatório técnico sobre a segurança das urnas eletrônicas. Este relatório foi elaborado em 2012, a partir de edital do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A equipe do Prof. Diego Aranha conseguiu fraudar o sistema das urnas eletrônicas, recuperando a lista de votação completa durante o tempo de análise da urna. Só isso já seria o suficiente para condenar esse tipo de votação, pois é justamente o segredo do voto que permite que os oprimidos se libertem de seus opressores, além de ser uma garantia constitucional (art. 14, CRFB/88) protegida em cláusula pétrea (art. 60, par.4º, II, CRFB/88).
Mas, não é só. Absurdamente, foi descoberto que uma senha, importante para decodificar todo o registro de votos, era justamente a hora de inicio de operação da urna. Detalhe: a hora de início da operação vem impressa nos boletins de urna que são enviados aos partidos. Ou seja, a senha para descobrir quem votou em quem era uma informação pública. É o voto de cabresto na era digital.
Esse relatório foi julgado por uma banca, conforme as regras do Edital do TSE, que concordou que houve sucesso na execução da fraude. Foi enviado um relatório ao TSE para aprimoramento e correção das irregularidades, que foi respondido de forma vaga, sem explicitar qualquer detalhe ou mesmo quais os procedimentos que foram adotados.
Mas, mesmo que houvesse votação válida no Brasil, só isso não seria suficiente para podermos dizer que vivemos numa democracia. Mas isso é outro assunto.
Marcelo Nogueira, advogado no Rio de Janeiro, membro do Instituto Brasileiro de Direito Tributário

sábado, 18 de maio de 2013

Forças ocultas e mensalão


Welinton Naveira e Silva
Lugar de ladrão e de corrupto é na cadeia, principalmente os grandes e poderosos. Assim deveria ser. Mas não é. Todo o povo sabe disso. Pela própria natureza do sistema capitalista, grande parte dos maiores corruptos e ladrões, de algum modo, fazem parte do poder, de modo direto ou indireto. Por isso mesmo, nunca são condenados, muito menos cumprem penas na cadeia.
Quase todos os poderosos altamente suspeitos – incontáveis – famosos e conhecidos, responsáveis por desvios muitas vezes maiores do que os do mensalão, continuam livres, ricos, dando as cartas, debochados e acima das leis. Dançam conforme a música.
Via de regra, tratando-se de um poderoso, o único risco do corrupto, ladrão ou infrator, cair nas garras da lei, fica por conta do jogo do poder, bruto e selvagem, tudo a ver com a maldita grana, com o enriquecimento, com a grande concentração de riquezas em mãos de poucos. Nada a ver com Brasil e seu povo. Assim funciona a bela democracia capitalista – dançar conforme a música, ou correr risco de ser destroçado.
GRANDE ARMAÇÃO
Quanto ao grande, estranho e insólito julgamento mensalão, em inédito show midiático, pela evidência dos fatos, por tudo que conhecemos da ditadura militar e da política, cedo ou tarde, a verdade virá a tona. Ficará provado que o julgamento mensalão foi uma grande armação de poderosas forças, por isso mesmo, contou com forte esquema de apoio da quase totalidade da “mídia livre”. Pouco, ou nada a ver, com a preocupação de jogar ladrão na cadeia. Uma cruel verdade.
Acreditem, o Brasil só poderá tomar acelerado rumo de grande potência, quando os brasileiros, principalmente os poderosos, vestirem um único macacão, Verde Amarelo. Acorda, Brasil.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Acredite se quiser: Ministro da Justiça diz que Brasil não pode mudar maioridade penal


Karine Melo (Agência Brasil)

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira (15) que qualquer tentativa de alteração da maioridade penal é inconstitucional. Segundo ele, esta é uma cláusula pétrea da Constituição e, portanto, não pode ser alterada.
“Mesmo que a questão jurídica fosse superada, você colocar um adolescente preso com adultos só vai agravar o problema. Só vai servir para organizações criminosas captarem gente”, disse. Como alternativa, o ministro defendeu a discussão de outras medidas como, por exemplo, o agravamento da pena para quem usar menores em ações criminosas.
Durante audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado,o ministro fez críticas ao sistema penitenciário. “As condições do sistema prisional brasileiro são péssimas. As organizações criminosas nascem dentro dos presídios”, disse. O ministro defendeu a aplicação de penas alternativas para crimes menores. “O modelo atual não só não recupera como deixa a pessoa pronta para praticar delitos ainda maiores”.
As cláusulas pétreas são limitações ao poder de reforma da Constituição. No caso brasileiro, o Artigo 60 diz que “A Constituição poderá ser emendada mediante proposta”, mas “não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: a forma federativa de Estado; o voto direto, secreto, universal e periódico; a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais.